Falhas ignoradas hoje, podem custar caro amanhã.
Em 2025, a velocidade com que cibercriminosos exploram vulnerabilidades recém-descobertas atingiu níveis alarmantes. Análises mostram que cerca de 28,3% das vulnerabilidades conhecidas como exploradas https://vulncheck.com/blog/exploitation-trends-q1-2025, foram atacadas em menos de 24 horas após serem divulgadas. Alguns relatórios indicam até 32,1%. Isso evidencia a rapidez com que os invasores atuam em novas falhas e reforça a necessidade de resposta ágil e processos de atualização eficientes nas empresas.
A velocidade com que novas vulnerabilidades são exploradas mostra que apenas revisões anuais de segurança não bastam. Ontem, no nosso vídeo “Pentest anual já não basta”, mostramos como depender de um teste único por ano deixa sua empresa vulnerável a ataques que acontecem em semanas.
Como os hackers aproveitam as falhas rapidamente
| 1. Divulgação pública das vulnerabilidades: Após a divulgação de uma falha, hackers monitoram ativamente fontes como o CVE para identificar novos alvos. |
| 2. Desenvolvimento de exploits: Utilizando ferramentas como Burp Suite, desenvolvem exploits para atacar sistemas vulneráveis. |
| 3. Ataques direcionados: Empregam técnicas como phishing, ransomware ou exploração direta para comprometer sistemas. |
Exemplo real: “Logo após a divulgação da falha CVE-2024-36401 https://www.cisoadvisor.com.br/cisa-confirma-ataque-via-falha-geoserver/ (execução remota de código em software amplamente utilizado por órgãos públicos) , agências federais foram alvo de exploração, com evidências de que invasores conseguiram executar código remoto. Em 2025, a falha continua a ser abusada por grupos que instalam backdoors e mineradores.” https://www.fortinet.com/blog/threat-research/threat-actors-exploit-geoserver-vulnerability-cve-2024-36401
Dados alarmantes
- Mais de 23.600 novas vulnerabilidades foram registradas apenas no 1º semestre, um aumento de 16% em relação a 2024.https://www.cisoadvisor.com.br/falha-com-cvss-9-8-no-geoserver/.
- Cerca de 28,3% das falhas críticas foram exploradas em menos de 24 horas.
- Há casos de exploração antes mesmo da divulgação pública, aproveitando informações privilegiadas.
- Em setembro de 2025, uma falha em software de terceiros paralisou sistemas de check-in em aeroportos europeus, mostrando o impacto direto na continuidade de serviços.
Consequências para as empresas
- Comprometimento de dados sensíveis: A exploração rápida pode resultar em vazamentos de informações confidenciais.
- Interrupção de operações: Ataques podem causar paralisações significativas em serviços essenciais.
- Danos à reputação: Empresas afetadas podem sofrer perda de confiança por parte de clientes e parceiros.
Estratégias para evitar falhas
- Implementação de patches de segurança: Aplicar atualizações de segurança assim que disponíveis para reduzir a janela de exposição.
- Monitoramento contínuo: Utilizar ferramentas de monitoramento para detectar atividades suspeitas e responder rapidamente a incidentes.
- Treinamento de equipes: Capacitar funcionários para reconhecer e responder a ameaças cibernéticas, como phishing.
- Gestão de vulnerabilidades: Adotar práticas eficazes de gestão de vulnerabilidades, priorizando riscos com base em impacto e probabilidade.
A rapidez com que hackers exploram falhas exige mais do que boas intenções: exige processos estruturados e apoio especializado. A WPS Digital atua como parceira estratégica de empresas que querem elevar sua maturidade em cibersegurança.
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